domingo, 3 de março de 2013

O QUE FAZER?


Uma terrível experiência!

Como os moradores do Nova República sabem, ali naquela área onde se concentram os comerciantes, tem lá um local que vende frango e peixe assado. Ocorre que estão assando essa comida na calçada pública e com isso causando transtorno para quem precisa passar naquela área.

Hoje, ao passar naquele local aconteceu-me o seguinte:

“...Tinha um cidadão assando peixe em uma churrasqueira que ocupa quase toda a calçada ele, simplesmente, para aumentar o fogo usou um ventilador justo no momento em que eu já fazia um esforço para passar ao lado. Resultado, as faíscas que saíram da churrasqueira foram em direção aos meus olhos e se eu não estivesse usando óculos, certamente estaria agora num pronto socorro com um grave risco de perder a visão.

Ao reclamar daquela situação, uma senhora intervêm e pede para o cidadão não falar nada pois ele sabia que o pessoal daqui do conjunto só sabe reclamar ou seja, provavelmente esse e outros tipos de riscos já aconteceram antes.”

Estranho esse comportamento daquela senhora que imagino ser a proprietária. Em vez de ela pedir, pelo menos, desculpas pelo ocorrido e procurar orientar seus funcionários, ela, de certa forma, ainda acusa os usuários da calçada pública.

Ora, ali naquele local não é lugar de preparar comida. Lá tem agora, a churrasqueira, um forno de assar frango e do lado tem também um outro forno, de um outro comerciante, que lá se instalou agora. Tudo isso encima da calçada pública, muito próxima a um dos poucos bueiros que tem no conjunto e de onde emana um forte odor, além de ficar ali pegando poeira e pó de asfalto em conseqüência do trafego de veículos.

Bom, também com muita sorte nada de pior aconteceu-me, porém fica a pergunta e se acontecer com alguém? Lembremo-nos que por ali, por ser passeio publico, transitam idosos, crianças, gestantes todos com pouca agilidade para necessária reação de defesa.

Penso que todos têm o direito de trabalhar e ganhar seu sustento familiar mais, é necessário agir com responsabilidade dentro das regras de um convívio comunitário e de acordo com as necessárias autorizações, muito mais necessárias, quando se trata da venda de alimentos. Acredito que: naquelas condições, não existe nenhuma autorização das autoridades competentes e sim, tão somente da proprietária daquele local que se torna conivente e conseqüentemente, também responsável.   

Manaus, 03 de março de 2013

Antônio Sérgio


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