Uma terrível experiência!
Como os moradores do Nova
República sabem, ali naquela área onde se concentram os comerciantes, tem lá um
local que vende frango e peixe assado. Ocorre que estão assando essa comida na
calçada pública e com isso causando transtorno para quem precisa passar naquela
área.
Hoje, ao passar naquele local
aconteceu-me o seguinte:
“...Tinha um cidadão assando
peixe em uma churrasqueira que ocupa quase toda a calçada ele, simplesmente,
para aumentar o fogo usou um ventilador justo no momento em que eu já fazia um
esforço para passar ao lado. Resultado, as faíscas que saíram da churrasqueira
foram em direção aos meus olhos e se eu não estivesse usando óculos, certamente
estaria agora num pronto socorro com um grave risco de perder a visão.
Ao reclamar daquela situação, uma
senhora intervêm e pede para o cidadão não falar nada pois ele sabia que o
pessoal daqui do conjunto só sabe reclamar ou seja, provavelmente esse e outros
tipos de riscos já aconteceram antes.”
Estranho esse comportamento
daquela senhora que imagino ser a proprietária. Em vez de ela pedir, pelo menos,
desculpas pelo ocorrido e procurar orientar seus funcionários, ela, de certa
forma, ainda acusa os usuários da calçada pública.
Ora, ali naquele local não é
lugar de preparar comida. Lá tem agora, a churrasqueira, um forno de assar
frango e do lado tem também um outro forno, de um outro comerciante, que lá se
instalou agora. Tudo isso encima da calçada pública, muito próxima a um dos
poucos bueiros que tem no conjunto e de onde emana um forte odor, além de ficar
ali pegando poeira e pó de asfalto em conseqüência do trafego de veículos.
Bom, também com muita sorte nada
de pior aconteceu-me, porém fica a pergunta e se acontecer com alguém? Lembremo-nos
que por ali, por ser passeio publico, transitam idosos, crianças, gestantes
todos com pouca agilidade para necessária reação de defesa.
Penso que todos têm o direito de
trabalhar e ganhar seu sustento familiar mais, é necessário agir com
responsabilidade dentro das regras de um convívio comunitário e de acordo com
as necessárias autorizações, muito mais necessárias, quando se trata da venda
de alimentos. Acredito que: naquelas condições, não existe nenhuma autorização
das autoridades competentes e sim, tão somente da proprietária daquele local
que se torna conivente e conseqüentemente, também responsável.
Manaus, 03 de março de 2013
Antônio Sérgio
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